Carlos Bolsonaro usou as redes para alertar que Jair Bolsonaro estaria sofrendo uma perseguição política intensa. Segundo ele, não seria apenas retórica partidária — é algo “sistemático” e “desumano”.
De acordo com Carlos, seu pai enfrenta não só a pressão judicial, mas também limitações severas: monitoramento constante, uso de tornozeleira eletrônica e até restrições na comunicação. Ele ainda diz que Jair depende de medicamentos controlados, sofre de problemas físicos e estaria sendo privado de tratamento justo.
O parlamentar foi além e acusou diretamente ministros do STF de atuarem com hostilidade contra o ex-presidente, afirmando que as medidas adotadas teriam mais motivação política do que jurídica. Para Carlos, tudo faz parte de uma retaliação: uma “tortura institucional”.
Nas redes, seus seguidores reagiram com apoio e indignação: muitos se colocaram em defesa de Jair Bolsonaro, enquanto outros questionaram se isso não seria uma estratégia para mobilizar a base. Carlos, por sua vez, pediu união entre aliados, dizendo que não é só uma questão ideológica — é uma questão de “respeito à dignidade humana”.
Ele também invocou exemplos de outros casos de suposta injustiça para reforçar seu ponto: para ele, a situação de seu pai seria comparável a outras “perseguições históricas”.
Até agora, contudo, não houve uma manifestação oficial do STF nem de outras autoridades respondendo diretamente às acusações de Carlos. E a repercussão segue intensa: nas redes e fora delas, o discurso revive tensões políticas — e reacende o debate sobre até onde vai a politização da Justiça no Brasil.
